domingo, 29 de novembro de 2009

dica para o findi

O filme O livro de cabeceira,do fantástico Peter Greenaway.Imperdível...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Mostra Internacional de cinema

Começou no dia 23 de outubro e segue até o dia 5 de novembro a 33ª Mostra Internacional de Cinema.
A programação é extensa e de dar um nó na cabeça com tantos filmes imperdíveis. A vontade é de nos dividir em dezenas para não perder nadinha!

Um filme que está gerando grande expectativa é o "O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus", com roteiro e direção do premiado Terry Gilliam - também diretor de "Monty Python" e "Os 12 Macacos" - e foi a ultima atuação do ator Heath Ledger.
Preste atenção nas imagens, são de uma beleza impressionante e em alguns momentos nos faz ter a certeza de estar observando uma pintura surrealista.

Outros dois filmes imperdíveis para quem trás na memória - ou no coração - a essência pirada dos anos 70: "Alô, Alô, Terezinha" que fala sobre a figura mais anos 70 deste país, o impagável Chacrinha, e "Dzi Croquetes", com suas performances escrachadas.

Confira a programação completa no site: www.mostra.org.

sábado, 31 de outubro de 2009

Sedução

No final do século XIX, na França, os homens sedutores bebiam champagne nos sapatos das mulheres que desejavam conquistar. Grande ritual fetichista de um tempo passado.
Em 2009, a marca de champagne Piper-Heidsieck pediu a Christian Louboutin que criasse um sapato em cristal que representasse uma lembrança do savoir-vivre do século passado.
Isto me fez pensar na palavra ersatz, que vem da língua alemã e quer dizer “produto de substituição” ou cópia pálida e sem graça de um produto. O ritual do século XIX foi substituído por uma caixa a ser oferecida!
Para os interessados, ela custa 350 euros e pode ser encontrada na Colette, na Lavínia e na
Grande Épicerie de Paris.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

"Deixaste-me e seguiste o teu caminho... Eu pensei que ia morrer e depus em meu coração a tua imagem solitária, bordada numa canção de ouro. Mas, ai de mim, que infelicidade: o tempo voa!
Ajuventude vai murchando ano após ano, e os dias da primavera são fugitivos; as flores frescas morrem facilmente, e o sábio me avisa que a vida é apenas como uma gota de orvalho numa folha de lótus... Deveria eu deixar tudo isso de lado e ficar olhando para quem me deu as costas? Seria falta de atenção e tolice, pois o tempo voa.
Vinde, minhas noites chuvosas como rumor de pés molhados; sorri meu outono dourado; vem, descuidado abril, espalhando beijos em todo lugar. Vireis todos? Ah, meus amores, bem sabeis que somos mortais. Vale a pena estraçalhar o próprio coração por alguém que retirou o seu? O tempo voa!
É suave sentar-se num canto a meditar e escrever poemas dizendo que és tudo para mim. É heróico alimentar a própria dor e recusar consolo... Mas um novo rosto espia através da minha porta e levanta os seus olhos até os meus... Vou enxugar as lágrimas e mudar a melodia da minha canção. Sim, porque o tempo voa...

R.Tagore - O Jardineiro

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Mostras

Pepa Prieto divide exposição com Tara McPhersonna Galeria Iguapop em Barcelona até o dia 12 de setembro.

Pela primeira vez em Barcelona, Pepa apresenta uma instalação baseada em pinturas, objetos e serigrafias acumuladas de outras datas, especialmente de suas competições de snowboard.

Sua arte transita por um universo onírico com imagens e situações imaginárias. Seus personagens parecem saídos de contos infantis, onde animais e seres humanos se misturam em formas geométricas, montanhas e paisagens urbanas que muitas vezes lembram a pintura naif. Sua arte se relaciona também com a cultura do skate e do snowboard, esporte que pratica.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Naquele dia pensou-se que o sol despontaria na janela da moça Tibira.Nem mesmo sol quis
afagar seus cabelos sedosos.Era quase impossível atravessar aquela bruma sem se perder na sombra dos sapatos velhos que rondavam o jardim das adálias.Dentro de mim brotavam desejos de toque de recolher.Eu queria voltar para minha casca e ficar tão encolhido quanto um tatu bola enroladinho.